Sobre
O dólo da violência psicológica e o isolamento social

O "modus operandi" do agressor e os familiares da vítima.
Daniel foi ameaçado pelo seu antigo sócio (fato ocorrido em 15 de novembro de 2023) em razão de uma dívida que jamais fora reconhecida, descobriu que o mesmo havia dado em cima de sua namorada e se relacionado sexualmente com ela.
Alex Araújo Parreiras é bombeiro militar, possui porte e posse de arma de fogo.
O "modus operandi" do delegado (federal) de seu condomínio.
Invasão de dispositivos informáticos, o principal meio de abuso e violência, Daniel se deparou com um suspeito armado dentro da sua propriedade (condomínio), o mesmo veio a manipular a justiça (coagindo testemunhas e manipulando denúncias retiradas de documentos do computador), e através destas invasões costuma proferir assobios e outras provocações.


O Abuso Psicológico continuado.
Mãe da vítima, tem total conhecimento de que Daniel vive em isolamento social por quase 3 anos, a mesma vem a praticar outros formas de abuso psicológico como: o silêncio (não declarando os responsáveis pela invasões de dispositivos), a dissimulação (negando os fatos e agindo de forma debochada), a insensibilidade e a indiferença.



Denunciação caluniosa.
Daniel descobre que Geisa Carvalho Costa Falcão vinha se relacionado com seu agressor Alex Araújo Parreiras, avisa e discute com sua mãe Miriram Gondim Matos sobre a existência do fato, e ambas vão a delegacia do 2 º Distrito Policial de Fortaleza praticar o crime de denunciação caluniosa, fazendo Geisa C. C. Falcão se passar por vítima.
"Miriam (mãe) teria auxiliado Geisa a praticar o crime", fala declarada por Geisa em depoimento.
