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Por Dann Mattos

Em Destaque

Bombeiro militar faz um vítima de ameaça e perseguição em razão de dívida e delegado federal e a família da vítima decide associar-se ao crime organizado articulado por bombeiro.

Crimes de Fraude e Manipulação da Justiça praticados pela Polícia Federal.

Delegado que mora no prédio da vítima teria manipulado provas e denúncias para a proteção do crime organizado.

Foram feitos mais de "240" Boletins de Ocorrências desde Abril de 2024!

Delegado que mora no prédio da vítima teria tomado conhecimento de forma participativa de todos os crimes conforme eles vinham sendo praticados, Daniel chegou a fazer várias denúncias à delegacia de violação dos direito humanos o Disque 100, e após 2 anos identificou que Alex Araújo Parreiras e o Delegado Federal, estariam manipulando as denúncias, pois as ameaças, as perseguições, as humilhações e a violência não cessou, mesmo após tantas denúncias, incluindo denuncias feitas à Controladoria Geral da Disciplina do  Estado do Ceará e ao Coger (Corregedoria da Polícia Federal) Daniel tem esperanças que o MPF (Ministério Público Federal) acione o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, pois acredita haver corrupção generalizada dentro da polícia federal em favor do Delegado e de Bombeiro Militar Alex A. Parreiras, as denúncias que devem alcançar o órgão do MPF, o Gaeco envolvem mais de 30 violação da lei praticados pelo Delegado (morador do condomínio do ed. marino marine), e agentes públicos. 

Perseguição e emboscada.

Bombeiro militar teria se passado por um falso comprador em plataforma de compra e venda de novos e usados, com o intuito de emboscar a vítima.

Tentativa de extorsão!

Mesmo ex-namorada da vítima declarando em mensagem de áudio o relacionamento com o suspeito bombeiro militar, o mesmo teria negado o fato e tenta extorquir a vítima através de mensagens de e-mail.

Bombeiro militar desonesto e provocador.

Por meio de troca de mensagem da vítima Daniel e sua ex, "Thay", ele teria confrontado motivo da perseguição feita por Alex ela em Av. Beira Mar de Fortaleza, a mesma teria devolvido mensagem com a ajuda do bombeiro militar e colegas da polícia federal, com texto provocador, em  mensagem de provocação, teria alegado estarem mantendo relações sexuais, e debocham da vítima, a mesma ainda teria mandado mensagem sugestiva de perseguição, "copia heary" e "copia central".

Daniel ver no jornalismo uma possibilidade de sair do contexto em que vive!

Impossibilitado de sair de casa e exercer um rotina de trabalho fora de sua residência por estar ameaçado pelo seu vizinho Delegado e Alex A. Parreiras, Daniel viu no jornalismo uma possibilidade de contar sua história, publicar denúncias de crimes de corrupção dentro da polícia federal, e tentar viver dando amparo àqueles que passam por mesma situação, Daniel também criou um perfil no Instagram para dar amparo  psicológico dando maior profundidade e entendimento técnico sobre as consequências psicológicas gerados por crimes praticados por autoridades.

"É um ar de esperança, até que minha voz seja finalmente ouvida." Diz Daniel.

"A sensação que eu tenho é que minha família planejou meu assassinato!"

..."estou em uma situação, que se eu saio na rua, eu levo um tiro nas costas, fico deitado no asfalto sangrando, agozinado até morrer, olho pra um lado e para o outro e não vejo ninguém, eu não tenho nem pra quem ligar, minha família não só se associou à ameaça de morte, como bloquearam todos os contatos, meu irmão e irmã, Davi e Beatriz foram os primeiros a me bloquearem, ambos associados a ameaça de morte declarada pelo meu vizinho, do condomínio lá em Fortaleza/CE, o MARINO MARINE, por Alex e por um tal de "federal" da inteligência. se isso acontecer de verdade, eu vou ser deixado lá pra morrer, a ausência da minha família na minha vida e o isolamento social premeditado como o total abandono e falta de apoio, estou por conta própria há 3 anos"...

 

Relata Daniel após descobrir envolvimento de seu vizinho com a ameaça de morte (solicitada por sua própria Mãe).

Mãe e irmãos da vítima da ameaça do bombeiro militar Alex Araújo Parreiras, acumulam coautoria/participação em mais de 30 crimes do código penal.

Família da vítima, mãe e irmãos teriam debochado da ameaça sofrida, da cobrança feita em torno da dívida de R$3.000,00 (requerida pelo Bombeiro Militar), das humilhações praticadas à Daniel Gondim Matos por agente militar, parte das humilhações envolvem relacionamento sexual da ex-namorada da vítima com o agente público, Alex Araújo Parreiras, Thaylane Medeiros da Silva (ex-namorada da vítima) e Miriam Gondim Matos (mãe da vítima) teriam dado testemunho falso na delegacia do 2º distrito policial do estado do Ceará.

 

Alex e Thaylane como acusado de ameaça continuada, perseguição e stalking, e Miriam como testemunha da vítima, os três teriam agido com indiferença no depoimento em inquérito policial, negando todos os fatos e induzindo o Delegado do 2º Distrito Policial ao erro (falsa perícia), em depoimento os três fizeram acusações falsas contra a vítima, com o intuito de praticar dano jurídico à parte, a perseguição posterior ao testemunho falso, continuado por mais de 2 anos, teriam gerado consequências graves na vida de Daniel, crimes como o de manipulação da justiça e outras humilhações proferidas em frente a sua residência no apartamento em que vive no Bairro do Meireles em Fortaleza/CE, teriam gerado um estado de violência psicológica grave, a vítima Daniel Gondim Matos parou de trabalhar, não ver a família, os amigos e nunca mais se relacionou com ninguém, a vítima também tem medo de sair do seu condomínio com o seu celular (rastreável) e quando sai nunca passa muito tempo em lugar nenhum. Daniel parou de trabalhar logo quando foi ameaçado pelo bombeiro e descobriu que um vizinho do seu condomínio teria colocado um sujeito armado dentro de sua propriedade sem mandado judicial e invadido seu dispositivo, diz que na época havia uma suspeita de uso de drogas, Daniel trancou a faculdade de administração da estácio e matrícula na academia de musculação Smartfit logo depois do fato com medo de ser assassinado.

"Eu não tô vivendo, eu não sei mais o que é viver como um ser humano normal." Diz a vítima após sentir que tem direitos humanos/fundamentais violados em razão das ameaças proferidas pelo delegado e seu ex-sócio por mais de 2 anos.

O Articulador do crime Organizado.

Suspeito de ter articulado uma operação com a polícia federal, bombeiro militar Alex Araújo Parreiras, através de um delegado que mora no prédio do seu antigo sócio Daniel Gondim Matos, teria agenciado um grupo criminoso envolvendo os vizinhos da vítima em práticas de ameaça, perseguição, fraude processual, estelionato, manipulação de denúncias, denunciações caluniosas, violência psicológica e crimes graves de tortura em razão de dívidas de uma sociedade existida no passado.

O mesmo teria usado "colegas" da polícia federal, para dar em cima da namorada da vítima, fazendo uso de prerrogativas da polícia federal, como invasão de dispositivos e rastreio de GPS de aparelhos do tipo smartphone.

Ainda descoberto e processado, servidor público dar falso testemunho em juízo com o intuito de manipular a justiça, também teria induzido a namorada e a mãe da vítima a fazer o mesmo.

A família da vítima teria optado por integrar o crime organizado em razão de uma cuidadora de idosos.

Cuidadora de idosos Geisa Carvalho Costa Falcão que trabalha na casa da vítima foi descoberto em meio à ligação de WhatsApp relacionamento com o ex-sócio Alex Araújo Parreiras dando informações privilegiadas, em momento que foi constatado o fato, a mesma teria fingido ser vítima de ameaça e coagido a mãe da vítima a dar testemunho falso em juízo.

Mãe da vítima dar 2º testemunho falso na mesma delegacia.

Idosa, mãe da vítima, ciente da fato de o filho estar sendo ameaçado por um sócio em razão de uma dívida não reconhecida por ele, vai à Delegacia do 2º Distrito Policial de Fortaleza e dar testemunho falso, fazendo com que o próprio filho continue vivendo sob ameaça e perseguição dos suspeitos por quase 3 anos.

Reflexão sobre: Moral, Ética e Diciplina.

A função primordial da Polícia Federal é a defesa das instituições, a preservação da ordem e, intrinsecamente, a proteção do cidadão. Quando um agente, utilizando-se da autoridade que o distintivo lhe confere, passa a expor uma vítima ao ridículo — seja por gestos, insinuações, marcação de alvos com assobios ou qualquer forma de exposição pública — o

 

Estado falha em sua missão mais básica: o dever de zelar pela dignidade humana.

 

O ridículo, na perspectiva da vitimização, não é apenas um incômodo social; é uma forma de violência psicológica. Quando uma autoridade pública degrada a imagem de alguém que, por definição, deveria estar sob a sua guarda, ocorre um processo perverso de "revitimização". O cidadão, que muitas vezes busca o Estado em um momento de fragilidade, vê-se transformado em objeto de escárnio justamente por quem deveria garantir a sua integridade física e moral.

 

Essa conduta configura um desvio ético e legal de alta gravidade.

 

O Direito moderno, alinhado aos Direitos Humanos, entende que a vítima é parte essencial da justiça, e não um acessório a ser exposto. Expor uma pessoa ao ridículo, apontando-a, revelando seus hábitos ou expondo sua rotina para terceiros, é um ato de abuso de autoridade que subverte o contrato social.

 

O policial deixa de ser o agente da lei para se tornar um agente do constrangimento, violando o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.

 

Mais do que uma infração disciplinar, esse comportamento é uma ferida na credibilidade institucional. O respeito à imagem e à honra de qualquer indivíduo — e, especialmente, de quem se encontra em situação de vulnerabilidade — é um pilar intransponível.

 

A impunidade diante de atos que ridicularizam o cidadão é o caminho para a erosão da confiança pública, transformando a força de segurança em uma fonte de insegurança.

 

Portanto, qualquer ato de exposição deliberada, por menor que pareça na dinâmica de um gesto, deve ser encarado com severidade pelos órgãos de controle.

 

A integridade de uma pessoa não é um jogo, e a autoridade que ignora esse limite deslegitima a própria farda que veste, desonrando o compromisso de servir à sociedade com isenção e respeito.

 

Este texto reflete o entendimento ético e jurídico sobre a conduta de agentes públicos.

Violência Vicária, o método de violência utilizado pela polícia federal.

Grupo criminoso da polícia federal, que envolve seu ex-sócio e um delegado que mora no condomínio, selecionaram um grupo de pessoas para praticar violência grave no psicológico da vítima, usando sua ex-namorada e seus familiares para praticar violências como insultos (pedindo que gritem e riam dele na frente de sua residência), ameaçando-o com o objetivo de isolá-lo socialmente, afastando-o da possibilidade de se relacionar com pessoas queridas, familiares e amigos, fato que vem percorrendo um período de quase 3 anos, na região do Meireles, em Fortaleza, no estado do Ceará, o fazem também por meio de assobios provocativos, o articulador da violência morador de seu condomínio associado a Alex, teve como pré-requisitos na escolha dos integrantes, as pessoas que mais fizessem mal à vítima, sua ex-namorada, os vizinhos com quem ela traía (Júlio e José), irmã da ex-namorada (Girlane) e seu ex-sócio Alex com o qual existe desavenças por motivos financeiros (dívida de daniel à alex).

A Polícia Federal, como uma agência de fraude, violência e tortura. 

Até a "INTELIGÊNCIA".

A vítima estaria sendo ameaçada de morte por uma suposta "inteligência", que tem como integrantes um "FEDERAL", e um grupo de subordinados, o mesmo veio reiteradas vezes ameaçar Daniel Gondim Matos, afirmando que iria matá-lo por ter descoberto a suposta inteligência, Daniel jamais se sentiu responsável pela descoberta.
Daniel afirma que sempre teve o direito de se proteger, por estar ameaçado por Delegado (do seu condomínio), e por ex-sócio (Alex), e que seu direito em se proteger é absoluto e garantido por lei, como tem total legitimidade de proteger a sua própria vida, não mediu esforços para fazê-lo.
Frases declaradas pelo crime organizado afirma: "que ele vai morrer por ter descoberto a inteligência".

Mãe da vítima se queixa de estar tendo "PARANÓIA" por ameaças proferidos por grupo criminoso.

A polícia federal do estado do Ceará, teria ignorado várias denúncias e omitido mais de 30 crimes, praticado pelos agentes policiais agressores, incluindo crimes análogos à tortura e violação dos direitos humanos da vítima por mais de 2 anos.

Ex-namorada da vítima afirma que quem manda no Ceará é a polícia!

Após o namorado descobrir o envolvimento da "ex" com o crime organizado infiltrado na polícia federal, e falar sobre manipulação judicial, fraude processual, perseguição e violência psicológica, a ex-namorada chama ele de vagabundo e diz que: "quem manda é a polícia!", a fala presunçosa de "Thay" foi dada logo após a mesma praticar o crime de falso testemunho previsto no art. 342 do código penal, testemunho falso dado na Delegacia do 2º Distrito Policial do Estado do Ceará, o fato  ocorreu após ter sido intimada pela instituição, intimações foram dadas à Alex Araújo Parreiras e Thaylane Medeiros da Silva suspeitos dos crimes de Ameaça continuada, perseguição e stalking, a mesma teria declarado em seu depoimento: "que o Daniel, teria sido notificado por uma medida protetiva, entregue por um oficial de justiça" uma declaração falsa e articulada pelo crime organizado (Alex, Delegado e colegas da PF), o testemunho foi dado para ferir a credibilidade da vítima, e atentar contra a sua integridade psicológica, o dano praticado a parte (Daniel)  acarretou no arquivamento do inquérito.

Crimes de estelionato praticados por Delegado e agentes federais.

Vítima descobre conexão que estaria sendo usada para a manipulação da justiça e estelionato judicial, chamada "WIRELESS-N", instalada em seu condomínio para a obtenção de vantagens ilícitas, informações jurídicas e denúncias feitas, através de métodos de invasão pelo computador e telefone da vítima, conexão instalada em rede VPN, sem possibilidade de rastrear responsáveis, vítma teria descoberto após ouvir provocações do Delegado que mora em seu condomínio por meio de assobios logo após ter manifestado denúncias junto ao "MPF", Ministério Público Federal.

Base jurídica e Jurisprudência

🔴 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA HOMENS, EXISTE MEDIDA PROTETIVA?
🔴 CRIME DE PERSEGUIÇÃO e VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA | ART. 147-A e 147-B do CP
CRIME DE INVASÃO DE DISPOSITIVOS INFORMÁTICOS ALHEIOS
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TEMA 38: O CRIME MILITAR DE AMEAÇA
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